Disney+ confirma estreia de Thunderbolts* em 27 de agosto após vazamento na TV grega

Disney+ confirma estreia de Thunderbolts* em 27 de agosto após vazamento na TV grega

Um comercial de TV na Grécia falou antes da hora. Minutos depois, a confirmação oficial: Thunderbolts* chega ao Disney+ em 27 de agosto de 2025, data que encerra a passagem do filme pelos cinemas e marca o fim da Fase 5 do MCU.

Data de estreia no streaming e o vazamento

A propaganda veiculada na TV grega derrubou o suspense e expôs a data de estreia no streaming. Sem alternativa, a plataforma confirmou nas redes a chegada do longa, que ficará disponível para assinantes no Brasil a partir das 4h (horário de Brasília) do dia 27/8.

O intervalo entre a estreia nos cinemas (2 de maio de 2025) e a disponibilização no streaming é de 117 dias. É uma janela mais larga do que a faixa tradicional da Marvel, que costumava variar entre 90 e 100 dias. Essa diferença não é acidente: é estratégia. A Disney vem esticando o tempo de exclusividade nas salas para extrair mais fôlego de bilheteria, manter a procura em lojas digitais de aluguel e compra e, só depois, liberar o título no catálogo sem custo extra para assinantes.

Esse movimento conversa com a guinada recente do estúdio rumo à rentabilidade: menos lançamentos simultâneos, mais foco na vida longa do filme nas telas, depois no vídeo sob demanda e, por fim, no streaming. Em outras palavras, menos pressa, mais receita por janela.

Para quem quer se programar, os pontos-chave:

  • Estreia nos cinemas: 2 de maio de 2025
  • Chegada ao streaming: 27 de agosto de 2025 (117 dias depois)
  • Horário no Brasil: 4h da manhã
  • Disponível para assinantes, sem cobrança adicional

No app, a expectativa é de lançamento com dublagem e legendas em português, além de qualidade 4K HDR e som imersivo, como o serviço costuma oferecer nos títulos recentes do MCU. Muitos filmes do estúdio também ganham versão IMAX Enhanced e materiais extras, como cenas deletadas e bastidores, algo que os fãs acompanham de perto no dia da estreia no catálogo.

O que o filme entrega e onde ele se encaixa no MCU

O que o filme entrega e onde ele se encaixa no MCU

Thunderbolts* reúne nomes que o público já conhece, mas numa chave menos certinha. A equipe de anti-heróis é liderada por Yelena Belova (Florence Pugh) e tem Bucky Barnes, o Soldado Invernal (Sebastian Stan), o truculento Guardião Vermelho (David Harbour), a esquiva Ghost (Hannah John-Kamen), a enigmática Taskmaster (Olga Kurylenko) e John Walker, o Agente Americano (Wyatt Russell). Do outro lado do tabuleiro, Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus) puxa as cordas de um complô que encurrala o grupo.

O enredo faz o time encarar um jogo sujo que mexe com o passado de cada um. Yelena tenta se livrar de um legado pesado, Bucky lida com cicatrizes que nunca fecharam, Walker busca redenção depois de escolhas desastrosas. Ninguém é herói por vocação, e é aí que a história ganha tração: a missão obriga todos a cooperar, mesmo com interesses desalinhados e desconfianças internas.

O elenco ainda inclui Lewis Pullman como o misterioso Bob, além de Geraldine Viswanathan e Wendell Pierce em papéis de suporte. Com 2 horas e 8 minutos de duração, o filme aposta em ação bem coreografada e um foco maior em dinâmica de equipe e espionagem, em vez de apenas espetáculo. Há aviso para sequências com luzes intermitentes que podem afetar pessoas fotossensíveis.

A bilheteria mundial ficou na casa dos US$ 382 milhões — um resultado modesto para os padrões da marca, mas dentro de um cenário competitivo, com mais títulos disputando atenção por menos tempo. O rumor de “fadiga de super-heróis” e a fragmentação do público ajudam a explicar o fôlego mais curto nos cinemas, enquanto o boca a boca tende a crescer quando o filme entra no streaming e alcança quem pulou a corrida das primeiras semanas.

No calendário da Marvel, Thunderbolts* funciona como ponte: fecha a Fase 5 e prepara terreno para a Fase 6. A expectativa do estúdio é que os eventos e as escolhas do grupo reverberem nos próximos capítulos já anunciados, como Fantastic Four: First Steps e Avengers: Doomsday, previstos para 2026. Ou seja, não é apenas mais uma missão: é um posicionamento do MCU sobre poder, responsabilidade e as zonas cinzentas no meio do caminho.

Se você chegou agora à história desses personagens, vale um guia rápido de referência: Yelena surgiu em Viúva Negra; Bucky vem de Capitão América e Falcão e o Soldado Invernal; Guardião Vermelho também veio de Viúva Negra; Ghost apareceu em Homem-Formiga e a Vespa; Taskmaster foi reintroduzida em Viúva Negra; e John Walker estreou em Falcão e o Soldado Invernal. A recrutadora Valentina deu as caras em cenas pós-créditos e séries, alinhavando peças para um time fora do padrão.

E o asterisco no título? A estilização com o símbolo tem sido tratada como parte da identidade visual do projeto. Para o público, ele virou um detalhe curioso que alimenta teorias e sinaliza que nada aqui é simples ou definitivo.

Na prática, a estreia no streaming amplia o alcance do filme, reaquece o debate nas redes e deve impulsionar maratonas da Fase 5 para quem quer chegar em dia à Fase 6. Para os assinantes, é a chance de rever as melhores cenas de ação, pausar nas pistas escondidas e discutir cada escolha do time que, por bem ou por mal, aprendeu a trabalhar junto.


Alessandro Machado

Alessandro Machado

Sou um jornalista especializado em notícias e adoro escrever sobre assuntos relacionados ao cotidiano brasileiro. Minha paixão é informar e engajar a audiência com conteúdo relevante e atual. Trabalho para trazer ao público histórias que importam em suas vidas diárias. Além de escrever, gosto de explorar novos locais e conhecer pessoas interessantes.


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